quinta-feira, 26 de novembro de 2009

AS ESCRITURAS DIZEM que Deus projetou e criou o casamento para ser algo bom. Ele é um presente lindo e inestimável. Deus usa o casamento para nos ajudar a acabar com a solidão, multiplicar nossa eficiência, construir famílias, criar filhos, curtir a vida e nos abençoar com o relacionamento íntimo. Mas, além disso, o casamento também nos mostra a necessidade de crescer e de lidar com nossas próprias dificuldades e com o egocentrismo, através da ajuda de um companheiro para toda a vida. Se somos "ensináveis", iremos aprender a fazer aquilo que é mais importante no casamento - amar. Esta poderosa união lhe mostra o caminho para amar incondicionalmente outra pessoa imperfeita. Isto é maravilhoso. É difícil. É uma mudança de vida. Este livro é sobre o amor, sobre a aprendizagem e sobre o desafio de viver um relacionamento amoroso. E essa jornada se inicia com a pessoa que está mais próxima de você: seu cônjuge.

Que Deus lhe abençoe nesta aventura. Mas esteja certo de uma coisa: você precisará de coragem. Ao aceitar esse desafio, você precisa ter a consciência de que ao invés de seguir o coração, terá que governá-lo. O mundo diz para seguir o coração, mas se você não estiver governando o seu, então alguém ou alguma outra coisa estará. A bíblia diz que "enganoso é o coração, mais do que todas as coisas" (Jeremias 17:9), e ele sempre perseguirá aquilo que parece certo no momento. Nós desafiamos você a pensar de maneira diferente - escolher direcionar o seu coração para aquilo que será melhor ao longo do caminho. Esta é a chave para relacionamentos permanentes e recompensadores. A jornada de o desafio de amar não é um processo para tentar fazer do seu cônjuge a pessoa que você quer que ele seja. Com certeza você já descobriu que o esforço em tentar mudar seu marido ou sua esposa acabou em fracasso e frustração. Pelo contrário, esta é uma jornada de exploração e demonstração genuína de amor, mesmo quando o seu desejo acaba e quando as suas motivações estão enfraquecidas. A verdade é que o amor é uma decisão e não apenas um sentimento. Ele não busca os seus próprios interesses, é sofredor e transformador. E quando o amor é demonstrado verdadeiramente, como foi planejado para ser, o seu relacionamento tem grandes chances de mudar para melhor.
Em cada dia dessa jornada estão incluídos três elementos muito importantes: Primeiro, um aspecto único do amor será discutido. Leia cada um desses aspectos cuidadosamente e esteja aberto a um novo entendimento do que significa amar alguém verdadeiramente. Segundo, você terá um desafio específico para fazer com o seu cônjuge. Alguns serão fáceis e outros bem desafiadores. Mas leve cada desafio a sério e seja criativo e corajoso o suficiente para realizá-lo. Não desista se situações externas lhe impedirem de completar um desafio específico. Apenas faça-o o mais rápido possível e prossiga na jornada. Por último, você terá um espaço para anotar o que está aprendendo, fazendo e como o seu cônjuge está reagindo. É importante que você aproveite este espaço para registrar o que está acontecendo com você e seu cônjuge ao longo do caminho. O seu progresso estará registrado nessas anotações que provavelmente se tornarão inestimáveis para você no futuro. Lembre-se, você tem a responsabilidade de proteger e guiar o seu coração. Não desista e não fique desencorajado. Decida dirigi-lo e agir assim até o final. Aprender a amar verdadeiramente é uma das coisas mais importantes que você fará.

AGORA, POIS, PERMANECEM A FÉ, A ESPERANÇA E O AMOR, ESTES TRÊS; MAS O MAIOR DESTES É O AMOR1 Coríntios 13: 13
AINDA QUE EU FALASSE AS LÍNGUAS DOS HOMENS E DOS ANJOS, E NÃO TIVESSE AMOR, SERIA COMO O METAL QUE SOA OU COMO O CÍMBALO QUE RETINE.

E AINDA QUE TIVESSE O DOM DE PROFECIA, E CONHECESSE TODOS OS MISTÉRIOS E TODA A CIÊNCIA, E AINDA QUE TIVESSE TODA FÉ, DE MANEIRA TAL QUE TRANSPORTASSE OS MONTES, E NÃO TIVESSE AMOR, NADA SERIA.

E AINDA QUE DISTRIBUÍSSE TODOS OS MEUS BENS PARA SUSTENTO DOS POBRES, E AINDA QUE ENTREGASSE O MEU CORPO PARA SER QUEIMADO, E NÃO TIVESSE AMOR, NADA DISSO ME APROVEITARIA. 1 CORÍNTIOS 13:1-3

Do Livro "O DESAFIO DE AMAR" (Stephen Alex Kndrick)

Leia o Livro, critique, dê a sua opinião!



quarta-feira, 25 de novembro de 2009

"A CRUZ"


Essa proibição cospe na cara de 2.000 anos de história de uma grande parte da humanidade.

ANOS ATRÁS, em Paris, o historiador Jacques Le Goff me falava da sua preocupação com o destino da cultura ocidental. Para ele, o Ocidente poderia perder sua identidade como resultado de sua própria produção cultural.
Outros intelectuais também partilhariam de suas inquietações. Entre eles, o antropólogo Lévi-Strauss, morto semana passada. Le Goff se inquietava porque parte das agonias da cultura ocidental teria sido fruto dos "achados" da história e da antropologia e seus frutos, as filosofias e políticas relativistas do século 20.
O relativismo existe desde os sofistas gregos e tem em Protágoras seu ícone máximo de então. Mas o que é "relativismo"? Em Protágoras é: "O homem é a medida de todas as coisas" (versão curta). Isto quer dizer que tudo é criação humana: a moral, a religião, enfim, as verdades de cada cultura. Sentados num bar, diríamos: "Cada um é cada um".
A história contemporânea acentuou essa versão das coisas quando afirmou que as épocas têm suas concepções de mundo específicas e que não podemos dizer que uma época seja melhor do que a outra. A antropologia, por sua vez (e aqui entra Lévi-Strauss), afirmou que as culturas não podem ser comparadas umas com as outras sem cometermos o pecado de não percebermos que cada cultura seria um sistema fechado em si mesmo, onde um comportamento só poderia ser julgado pelos valores morais da própria cultura.
Por exemplo, matar bebês pode ser um horror moral acima do equador e uma obrigação sublime abaixo do equador. É comum remeter a Lévi-Strauss a descoberta da "dignidade intrínseca" de cada cultura, e que não se deve julgar uma cultura usando valores de outras.
Não há dúvida que essa atitude é essencial para a antropologia. O problema começaria quando pensamos no impacto do relativismo no próprio Ocidente que o inventou. Dito de outra forma: o relativismo se transformou numa militância política e moral apenas no Ocidente. Enquanto os ocidentais estariam sofrendo de uma "indigestão" devido à assimilação do relativismo, as "outras" culturas, estudadas pelos próprios ocidentais, permaneceriam no seu repouso não contaminado pelo relativismo. Trocando em miúdos: muçulmanos podem permanecer acreditando em seu paraíso com virgens, índios em seus espíritos da floresta, enfim, apenas os ocidentais deveriam "relativizar" seu Deus e suas "verdades".
Sendo os cientistas sociais, os filósofos, os professores e os jornalistas maciçamente ocidentais, seriam as crianças deles que deveriam ser educadas duvidando da validade universal de seu mundo. Aí entra a inquietação de Le Goff: o Ocidente poderia se dissolver como identidade à medida que relativizaria a si mesmo, enquanto as "outras" culturas seriam poupadas da crítica relativista, porque indiferentes à angústia relativista ocidental e, também, porque contam com a simpatia do Ocidente nessa indiferença e na defesa de sua "dignidade intrínseca".
A verdade é que os homens são sempre contraditórios e, ainda que eu não saiba se Lévi-Strauss de fato partilhava da mesma angustia de Le Goff, algumas pessoas afirmam que ele admirava seu avô Rabino e que julgava os racionalistas ateus uns chatos e preferiria aqueles que acreditam em Deus. Pode ser boato, mas isso faria dele um homem mais interessante do que alguns que engoliram o relativismo assim como quem come pão e vai ao circo.
Um exemplo da "indigestão" causada pelo relativismo no Ocidente é o recente caso dos crucifixos nas escolas italianas. Aparentemente uma mãe se queixou de que o filho se sentia "desrespeitado" porque, não sendo cristão, tinha que frequentar uma sala de aula com uma cruz na parede. A partir daí, teriam decidido pela proibição do crucifixo nas escolas.
Essa decisão é ridícula porque a cruz é um símbolo, seja eu cristão ou não, das raízes do próprio Ocidente, naquilo que ele mais preza: amor ao próximo, generosidade e justiça, enfim, um Deus que morre de amor. Nós contemporâneos somos ignorantes de um modo gritante acerca do cristianismo, confundindo-o com alguns de seus momentos mais infelizes e cruéis (toda cultura é infeliz e cruel de alguma forma). Essa proibição cospe na cara de 2.000 anos de história de uma grande parte da humanidade, e os ignorantes que a realizaram deveriam ser obrigados a pedir desculpa aos cristãos.


Luiz Felipe Pondé

domingo, 22 de novembro de 2009

ADVENTO E NATAL NO MOSTEIRO


+
PAX
O Mosteiro de São Bento de Pouso Alegre vos convida
para os seguintes eventos e celebrações:
CONFERÊNCIA SOBRE A LITURGIA DO ADVENTO E DO NATAL
Domingo, 29 de novembro, às 19h30.
SANTA MISSA CANTADA CELEBRADA NA "FORMA
EXTRAORDINÁRIA DO RITO ROMANO"
(Dita "Tridentina")
Domingo, 29 de novembro, às 10h00
1º Domingo do Advento
Terça-feira, 08 de dezembro, às 19h30
Solenidade de Nossa Senhora da Imaculada Conceição
Padroeira da Capela do nosso Mosteiro
- Dia Santo de Guarda -
Domingo, 13 de dezembro, às 10h00
3º Domingo do Advento
"Domingo Gaudete"
CELEBRAÇÃO DO NATAL DO SENHOR
24 de dezembro
Véspera de Natal
17h00 - Solene Ofício das I Vésperas (Oração da Tarde) com Rito do
Lucernário e bênção do presépio.
22h30 - Solene Ofício de Vigílias
Meia-noite - Missa Solene da Noite de Natal ("Missa do Galo")
25 de dezembro
Dia de Natal
10h00 - Missa Solene do Dia de Natal
17h30 - Solene Ofício das II Vésperas (Oração da Tarde) com
exposição e bênção do Ssmo. Sacramento
31 de dezembro
22h30 - Solene Ofício de Vigílias
Diante do Santíssimo Sacramento exposto
cantaremos o solene Hino de Ação de Graças ("Te Deum")
e, na passagem do ano, receberemos a Bênção do Santíssimo.
*
Desde já desejamos a todos um Santo Advento e um Feliz Natal!
+
Mosteiro de São Bento
Rua Antonio Scodeller, 965 - São Francisco - Pouso Alegre (MG)
Fone: (35)3421-4994
(Convite recebido de Dom Bento)

sábado, 21 de novembro de 2009

O DESAPEGO


Vivemos numa sociedade chamada de consumo. Diariamente há muitas solicitações para comprar isso, adquirir aquilo. Dizem que assim teremos felicidade.
Jesus vem com uma contraproposta. Ele entra em choque com os padrões atuais. Pede que renunciemos e sacrifiquemos prazeres imediatos em favor de algo mais nobre e sublime: possuir Deus como o objeto mais importante de nossa vida. Ser cristão, então, é ser uma pessoa controlada e disciplinada por causa de nosso amor a Jesus. É poder resistir às tentações que nos atacam.
Uma dos grandes mestres da vida espiritual, Santo Afonso, usou a palavra desapego (i.e. Distacco) frequentemente. Apresenta-o como meio para alcançar a santidade e aumentar o nosso amor a Jesus. “Quem ama de verdade a Jesus Cristo desprende-se de todos os sentimentos de poder, e de toda ambição que nasce do amor próprio”.
Segundo Santo Afonso, não é possível dizer que alguém ama Jesus, se recusa renunciar a alguma coisa. Uma frase dele era: Deus está pronto para dar-se todo a quem tudo deixa por seu amor.
Um só fio amarrado na pata de um pássaro não deixa a ave levantar voo. Num coração cheio da busca de prazeres e de outros bens materiais não sobra espaço para Jesus. Uma das primeiras leis da amizade é que a pessoa que ama esteja disposta a renunciar a certas coisas, a fim de amar mais o amado. A única coisa que Jesus pede de nós é o nosso coração. Ele o quer livre de outras atrações.
Um atleta busca a vitória; um estudante quer passar no exame. Sacrificam a ida a uma festa, ficam em casa, não bebem nem fumam. Renunciam voluntariamente a tudo aquilo que é obstáculo para alcançar seu ideal. Quem ama Jesus despoja-se de qualquer barreira que o separa do amor de Cristo. Carregar a cruz sempre foi uma das condições para ser discípulo de Cristo.
Ouçamos a voz do grande mestre, Afonso, que nos indica como chegar a amar mais Jesus.
· Não se preocupe em buscas exageradas de coisas materiais, etc. “O que só a Deus procura sente-se abastecido, e em tudo o que acontece encontra alegria”.
· Ter a ambição de ser alguém na vida é algo valido. Mas tenha a ambição, também, de ser santo, renunciando a tudo que pode interferir com o seu empenho. “Quem não faz uma entrega total a Deus nunca fará uma descoberta total de Deus”.
· Alguém com uma cabeça dura não está aberto a ouvir as mensagens de Deus. Às vezes é necessário renunciar a nossas próprias ideias e desejos, a fim de seguir Jesus. “Em amar a Deus consiste todo o bem, e amar a Deus está em cumprir sua vontade”.
· Para aumentar nosso amor a Jesus, descubra a sua falta ou fraqueza principal. Ataque-a.
· Resista às seduções da carne.
· Canalize a força de suas paixões: odeie as injustiças; procure as riquezas do céu; admire as belezas da criação.
· O amigo de Cristo é modesto:
· No seu vestir – não gasta exageradamente na busca da moda. A pureza da alma enfeita melhor que qualquer joia.
· No comer – não vive para comer. Não reclama quando a comida não é do jeito que desejou.
· Nas conversas – não fica falando só de si o tempo todo.
· Escuta e aprende dos outros.
· Não corta a conversa do outro.
· Evita ofender o outro com brincadeiras de mau gosto.
· Evita viver uma vida fácil e mimada. Jesus teve a coragem de enfrentar a sua Paixão porque estava acostumado a renunciar a pequenos prazeres. – Não vos deixeis levar da grandeza, mas acomodai-vos às coisas humildes” (Rm 12,16).
Pe. Luis Kichner

terça-feira, 17 de novembro de 2009

ABRAÇANDO A IMPERFEIÇÃO!


Quando eu ainda era um menino, ocasionalmente, minha mãe gostava de fazer um lanche, tipo café da manhã, na hora do jantar. E eu me lembro especialmente de uma noite, quando ela fez um lanche desses, depois de um dia de trabalho, muito duro.
Naquela noite longínqua, minha mãe pôs um prato de ovos, linguiça e torradas bastante queimadas, defronte ao meu pai. Eu me lembro de ter esperado um pouco, para ver se alguém notava o fato. Tudo o que meu pai fez, foi pegar a sua torrada, sorrir para minha mãe e me perguntar como tinha sido o meu dia, na escola. Eu não me lembro do que respondi, mas me lembro de ter olhado para ele lambuzando a torrada com manteiga e geléia e engolindo cada bocado.
Quando eu deixei a mesa naquela noite, ouvi minha mãe se desculpando por haver queimado a torrada. E eu nunca esquecerei o que ele disse: Baby, eu adoro torrada queimada...
Mais tarde, naquela noite, quando fui dar um beijo de boa noite em meu pai, eu lhe perguntei se ele tinha realmente gostado da torrada queimada. Ele me envolveu em seus braços e me disse: Companheiro, sua mãe teve hoje, um dia de trabalho muito pesado e estava realmente cansada... Além disso, uma torrada queimada não faz mal a ninguém. A vida é cheia de imperfeições e as pessoas não são perfeitas. E eu também não sou um melhor empregado, ou cozinheiro!" O que tenho aprendido através dos anos é que saber aceitar as falhas alheias, escolhendo relevar as diferenças entre uns e outros, é uma das chaves mais importantes para criar relacionamentos saudáveis e duradouros.
Essa é a minha oração para você, hoje. Que possa aprender a levar o bem, o mal, as partes feias de sua vida colocando-as aos pés do Espírito Santo. “Porque afinal, ele é o único que poderá lhe dar uma relação na qual uma torrada queimada não seja um evento destruidor."
De fato, poderíamos estender esta lição para qualquer tipo de relacionamento: entre marido e mulher, pais e filhos - e com amigos.
Não ponha a chave de sua felicidade no bolso de outra pessoa, mas no seu próprio. Veja pelos olhos de Deus e sinta pelo coração dele; você apreciará o calor de cada alma, incluindo a sua.
(Autor desconhecido)





sábado, 14 de novembro de 2009

AMAR COM EXIGÊNCIA


“A tua exigência, sem amor, revolta-me. O teu amor, sem exigência, humilha-me. O teu amor exigente dignifica-me”.

Henri Caffarel

Estas verdades de Caffarel são tão atuais como essenciais. Um amor sem exigência não é amor. Seja por preguiça ou por medos, o amor mole e demasiado condescendente e inconseqüente não é amor. É coisa nenhuma.
É próprio do amor ser exigente, para poder criar uma relação verdadeira, virada para o bem do outro, ainda que às vezes isso doa ou seja extraordinariamente difícil, por ser uma atitude que requer muita entrega de ambas as partes. Mas é a radicalidade desta mesma atitude que faz toda a diferença no amor.
Henri Caffarel, padre francês fundador das Equipes de Nossa Senhora e durante muitos anos cônego da Sé Catedral de Paris, é uma referência constante quando se fala do amor em casal. Caffarel viveu até aos 95 anos, morreu há um par de anos e dedicou o melhor da sua vida a ensinar a amar mais e melhor. Inovador nas palavras, mas também nas obras, Caffarel insistiu muito no amor entre o homem e a mulher. Para ele, o grande segredo não era a família, mas o casal.
O mais importante não eram os filhos nem a educação das crianças, mas sim o amor entre o homem e a mulher. A aposta essencial de Caffarel foi sempre esta: é indispensável que o casal se ame e que os dois façam tudo o que está ao seu alcance para serem felizes. O resto acontece naturalmente.
Henri Caffarel era um homem sensível, profundo e iluminado, que tocava muito as pessoas pela maneira simples e verdadeira como comunicava as suas idéias. A transparência e a coerência das suas ideias são, aliás, muito evidente em toda a sua obra. A coleção de livros que escreveu sobre esta e outras matérias e, ainda, a belíssima casa de oração que construiu em Troussures, a 80 km de Paris, têm sido muito inspiradoras para sucessivas gerações de crentes e não crentes.
A humanidade de Caffarel, que era pequeno e de aparência frágil, transparecia no seu olhar e nos seus gestos. Mais do que um teórico, ele era um grande prático e um homem rigoroso, que arregaçava imediatamente as mangas, por assim dizer, perante todos os desafios que lhe surgiam. Em plena II Guerra Mundial, fundou um movimento de viúvas e, no pós-guerra, trabalhou longamente com estas mulheres. Ao longo da sua vida, dedicou também grande parte do seu tempo a acompanhar homens viúvos. Ou seja, o padre Caffarel conhecia o valor do amor entre homem e mulher, mesmo quando um deles fica irreparavelmente ausente; e também nesta sabedoria revelou a sua alma admirável.
Voltando à substância dos seus ensinamentos, Caffarel propunha que cada um fosse olhando sempre para o mais íntimo de si mesmo, tentando perceber as suas fragilidades e criando um tempo interior de aceitação de si e do outro. Só acolhendo as fragilidades próprias e as do outro é possível convertê-las em forças e cimentar o amor entre homem e mulher. Caffarel aconselhava sempre os casais a encontrarem um tempo exclusivamente seu e insistia na necessidade de alimentar a relação do ponto de vista espiritual, social, cultural e outros.
O Amor é Mais Forte que a Morte, um dos livros mais lidos de Caffarel, é, porventura, o mais eloqüente da sua mensagem.
(FONTE http://www.agencia.ecclesia.pt)

terça-feira, 10 de novembro de 2009

XI ENCONTRO INTERNACIONAL DAS ENS


Definido o local do "XI ENCONTRO INTERNACIONAL DAS EQUIPES DE NOSSA SENHORA , será em BRASÍLIA-DF, no ano de 2012.
O local do XI Encontro Internacional das ENS, foi divulgado pelo Casal Ligação Região América, Silvia e Chico, no Encontro Anual da Província Sul 1, de acordo com mensagem que recebemos.

Portanto, já podemos nos organizar para participar desse importante evento do nosso Movimento.

Não podemos esquecer, Brasília nos espera!

sábado, 7 de novembro de 2009

Novas Equipes do Setor Lagos


Depois de receberem as orientações sobre as ENS na Reunião de Informação, realizada no Salão Paroquial da Paróquia de Nossa Senhora da Assunção, em Cabo Frio, nesta sexta-feira, dia 06 de novembro, os casais participantes da Experiência Comunitária e outros, convidados a fim de completar os grupos que no decorrer da caminhada ficaram desfalcados por desistência, tiveram a oportunidade, após um discernimento, de tomar a decisão de assinar a Ficha de Adesão ao Movimento, o que possibilitou a criação de novas Equipes no Setor.

É, portanto, com grande alegria, que apresentamos as cinco novas Equipes de Nossa Senhora do Setor Lagos e os casais que delas fazem parte.


Equipe 11
Nossa Senhora da Guia
Casal Piloto: Adriana e Mauro
Carla e Fábio
Elimara e Eduardo
Fernanda e Jorge
Luciane e Gilberto
Paula e Leonardo
Raquel e Guilherme
Thatiana e Ivair

Equipe 12
Nossa Senhora do Carmo
Casal Piloto: Alessandra e Gladston
Adriana e Anderson
Ana Lia e Frederico
Andréa e Anilson
Camila e Ronaldo
Daniela e Marcelo
Déborah e Rubens
Marisa e Túlio
Vera e Luis Geraldo


Equipe 13
Nossa Senhora dos Anjos
Casal Piloto: Nicinha e Cilésio
Eliete e Ari
Jacirlene e André Luis
Leila e Alberto
Lucy e Jorge
Miriam e Santucci
Simone e Marcelo
Teresa Raquel e Antonio

Equipe 14
Nossa Senhora da Conceição
Casal Piloto: Carla e Paulinho
Ana Lúcia e Carlos
Cláudia e Carlinhos
Edna e Luiz Gonzaga
Maria Alice e Fernando
Silvia Regina e Ademir
Sonia Maria e Aloísio
Zilda e Jânio

Equipe 15
Nossa Senhora de Nazaré
Casal Piloto:Sueli e Jardel
Cláudia e Carlos Alberto
Euzineia e Costinha
Marly e Hércules
Nélia e Nelcy
Regina e Nilton
Sylvia e Walcir
Wanda e Roque


Rogamos a Deus, bênçãos para o período da Pilotagem e que Nossa Senhora, nossa Mãe Santíssima, continue intercedendo por todos os casais cristãos.


Tereza e Reizinho
Casal Expansão do Setor Lagos
Equipe 1 – N. S. d’Assunção
Veja no lado direito do seu monitor, as fotos da Reunião de Informação (clique em cima para ampliar)