quarta-feira, 16 de setembro de 2009

EXPERIÊNCIA COMUNITÁRIA - SETOR LAGOS



"...recebe esta aliança

em sinal do meu amor

e da minha fidelidade."


CELEBRAÇÃO DE RENOVAÇÃO DAS PROMESSAS MATRIMONIAS



No dia 15 de setembro, terça-feira, em clima de festa, os cinco grupos da Experiência Comunitária, ora em curso no Setor Lagos, estiveram reunidos para participar da Renovação das Promessas Matrimoniais, agradecendo a Deus os dons recebidos e pela alegria e fidelidade da vida matrimonial.


Tendo como celebrante o Diácono Permanente Arildo, os casais, unidos pelo mesmo amor presente no dia do seu matrimônio, se penitenciaram pedindo perdão a Deus pelas vezes que não corresponderam ao amor que Ele tem para com cada um prometendo assumir com responsabilidade a união matrimonial em todos os momentos, na alegria e nas dificudades, confiantes de que enquanto o Amor de Deus estiver presente, o casal poderá superar os desafios que as famílias cristãs estão sujeitas no mundo de hoje.


Foi com muita alegria que participamos desta Celebração, cumprindo com mais esta etapa da Experiência Comunitária do Setor Lagos, e rogamos ao Senhor Deus que abençoe a todos os casais e derrame muitas graças e bençãos sobre o Diácono Arildo para que ele possa continuar exercendo com sabedoria e amor o seu ministério na construção do Reino de Deus.


Tereza e Reizinho

Casal Responsável pela Experiência Comunitária

do Setor Lagos













sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Igreja precisa de famílias cristãs para nova evangelização


Cardeal Antonelli reconhece que elas chegam onde outros não conseguem chegar
Por Carmen Elena Villa


ROMA, quinta-feira, 10 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Fazer da família o “sujeito de evangelização” é o objetivo declarado que o Conselho Pontifício para a Família apresentou no seminário internacional inaugurado nesta quinta-feira em Roma.
Segundo o cardeal Enni Antonelli, presidente deste dicastério vaticano, este encontro serve para colocar as bases para a preparação do 7º Encontro Mundial das Famílias, que se realizará na cidade de Milão, em 2012. A edição precedente foi celebrada na Cidade do México, no último mês de janeiro.
O cardeal apresentou dois projetos que estão sendo realizados neste contexto: o primeiro pretende promover em vários países uma pesquisa psicológica, tanto descritiva como de aplicação, sobre o bem que as famílias estáveis fazem aos seus filhos e à sociedade. O segundo projeto, assegurou o cardeal Antonelli, consiste em promover a família como “sujeito de evangelização”.


Famílias, “vamos evangelizar!”


O purpurado indicou que é importante que se reforce a missão pastoral da família porque, “como destinatária de evangelização, a família já está muito presente na atenção dos operadores pastorais”, enquanto que, “como sujeito de evangelização, deve ser muito mais valorizada, voltando a despertar sua responsabilidade missionária ao serviço de todos os homens e de todo o humano”.
O presidente do Conselho Pontifício para a Família assegurou que “os crentes evangelizam com sua espiritualidade, seu testemunho, sua atividade, seu anúncio, sua profissão de fé. Ou melhor, é o próprio Cristo quem evangeliza através deles”, esclareceu.
“Na medida em que vivem em comunhão com Cristo, os cristãos compartilham seu amor apaixonado por todos os homens, convertem-se em seus cooperadores para o desenvolvimento humano na história e para a salvação eterna, muito além da história.”
O purpurado italiano esclareceu que, por meio das famílias praticantes, “queremos chegar as demais famílias e ao maior número de pessoas”.
Destacou, assim, o amplo campo de evangelização que as famílias têm, onde os agentes pastorais nem sempre podem chegar: “a própria casa, o ambiente, a escola, a paróquia, as associações eclesiásticas e civis, entre outras”.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

RADIOGRAFIA DE UM ACORDO


O acordo assinado entre o Brasil e a Santa Sé, tem sido alvo de críticas contundentes de uma parcela da sociedade brasileira, notadamente dos evangélicos, que enxergam no tal acordo um favorecimento à Igreja Católica.
Para melhor compreensão de todos, publicamos um artigo de autoria do jornalista "Carlos Alberto Di Franco, publicado no jornal "O Globo", no dia 07 de setembro, página 7.
RADIOGRAFIA DE UM ACORDO

CARLOS ALBERTO DI FRANCO

O Brasil, não obstante o empenho dos paladinos da luta de classes, é um país tolerante. A miscigenação, traço característico da nossa cultura secular, é um fato, independentemente de questionamentos artificiais dos que querem reduzir a beleza humana do multicolorido racial ao artificialismo de uma pátria em preto e branco. Na religião, igualmente, o Brasil tem sido um modelo de convivência e tolerância. Ao contrário de muitas regiões do mundo, marcadas pelo fanatismo e pelo sectarismo religioso, o Brasil é um sugestivo caso de relação independente e harmoniosa entre religião e Estado.

Foi o que se viu recentemente, quando a Câmara dos Deputados aprovou o acordo entre o Brasil e a Santa Sé, que agora irá para o Senado Federal, como último passo para a sanção presidencial. O conteúdo desse instrumento jurídico firmado por dois Estados soberanos é, estou convencido, um bom exemplo de como se pode harmonizar a laicidade do Estado e a liberdade religiosa. Naturalmente, nem todos veem dessa forma.

Respeito as opiniões contrárias. Parece-me que seria interessante analisar brevemente alguns pontos deste acordo, mostrando que está claramente inserido na nossa tradição de respeito à diversidade.

Em primeiro lugar, o acordo não cria qualquer tipo de privilégio para a Igreja Católica. A leitura dos 20 artigos do tratado, que recomendo a todos, evidencia que o tom é reconhecer disposições que já estavam presentes de forma esparsa em nosso ordenamento jurídico. Por exemplo, o artigo 15 do tratado dispõe: “Às pessoas jurídicas eclesiásticas, assim como ao patrimônio, renda e serviços relacionados com as suas finalidades essenciais, é reconhecida a garantia de imunidade tributária referente aos impostos, em conformidade com a Constituição brasileira”. Trata-se de um reconhecimento daquilo que a Constituição já estabelecia, ao definir as limitações ao poder de tributar, sublinhando que “é vedado à União, aos Estados, ao Distrito Federal e aos Municípios instituir impostos sobre templos de qualquer culto” (art. 150, VI, b). Reconhece-se que a liberdade religiosa é um direito fundamental, não podendo o Estado dificultar o seu exercício através da tributação, como também ocorre, por exemplo, em relação aos partidos políticos ou às entidades sindicais.

O tratamento dado pelo acordo ao ensino religioso sofreu algumas críticas, na suposição de que feriria o caráter laico do Estado brasileiro. Tal visão, no entanto, não reflete a postura da Constituição brasileira, que estabelece que “o ensino religioso, de matrícula facultativa, constituirá disciplina dos horários normais das escolas públicas de ensino fundamental” (art. 210, § 1º). O caráter laico do Estado está assegurado ao se definir que a matrícula é facultativa.

O Brasil e a Santa Sé, no mencionado acordo, também “reconhecem que o patrimônio histórico, artístico e cultural da Igreja Católica, assim como os documentos custodiados nos seus arquivos e bibliotecas, constituem parte relevante do patrimônio cultural brasileiro” (art. 6º). Esse aspecto não enseja novidade a nenhum brasileiro. Basta citar, por exemplo, o Páteo do Colégio, em São Paulo, os Mosteiros de São Bento do Rio de Janeiro e de São Paulo, a Igreja e o Convento de São Francisco em Salvador, o Santuário do Bom Jesus de Matosinhos, em Congonhas do Campo (MG), onde se encontram diversas esculturas do Aleijadinho e que é reconhecido como Patrimônio Mundial da Unesco. O Estado brasileiro não pode ser indiferente a este patrimônio, já que seria desprezar a nossa própria história.

O acordo não se refere às verdades religiosas, nem tem a menor pretensão de abordar o tema da “verdade”, mas vem consolidar, num único instrumento, o estatuto jurídico da Igreja Católica, à qual pertencem 74% dos brasileiros (segundo dados da FGV). Um Estado laico pede transparência, reconhecimento das lícitas realidades sociais, respeito à liberdade religiosa. Nesse sentido, o acordo é um bom passo, dentro da nossa tradição de convivência pacífica e harmoniosa.

CARLOS ALBERTO DI FRANCO é diretor do Master em Jornalismo.

Publicado no jornal “O GLOBO”, em 07 de setembro de 2009, página 07.

INTERCESSORES - PROVÍNCIA LESTE





Pedidos de Orações e Agradecimentos.



01- Queridos Irmãos.
Nossa irmã Lucy, do Flávio, irá se submeter a uma cirurgia de tireóide na próxima quinta feira. Pedimos orações pelo sucesso da cirurgia e do seu pronto restabelecimento.
Equipe 7 ,Setor B - São Gonçalo, Região Rio IV

02- Queridos amigos!
Nossos amigos, o casal Marta e Tuchaua, Equipe Nossa Senhora de Guadalupe - Setor F, Porto Alegre, está com o filho Paulo no Hospital Moinhos de Vento ( Porto Alegre ), pois sofreu um acidente e machucou a 8ª vértebra.
Hoje, dia 9 de setembro, por volta das 19 horas, será operado. A situação é delicada, pois ele não está conseguindo movimentar as pernas.

Neste momento, toda a família precisa de muita oração e confiança nos médicos.
Obrigado.
Alana e Alexandre.



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reizinhocf@gmail.com


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

ESCUTA DA PALAVRA



Leitura Orante da Bíblia

Para um compromisso sério com a nossa caminhada, necessitamos cultivar momentos profundos de espiritualidade.
A sabedoria para compreender as coisas de Deus é dada somente aos pequeninos, aos pobres. Por isso Jesus, muito feliz, disse: "(...) Eu te louvo, Pai, Senhor do céu e da terra, porque escondeste essas coisas aos sábios e entendidos e as revelaste aos pequeninos. Sim, Pai, assim foi do teu agrado" (Lc 10,21).

Jesus comparou a Palavra de Deus a uma lâmpada. A lâmpada não é para ser olhada: devemos é olhar para o que a lâmpada está iluminando (cf. Mi 5,15). Assim também a Bíblia: foi feita para iluminar o chão de nossas vidas. Com a sua luz, saberemos o que deve ser "consertado", para sermos novamente conforme o sonho de Deus. Misturando Bíblia e Vida, os pobres viram refletidas na Bíblia a vida deles e convenceram-se de que, como na época do povo da Bíblia, em que Deus ouviu o clamor dos pobres e caminhou lado a lado com eles, também hoje, por meio das Escrituras Sagradas, da vida e da comunidade, Deus continua falando.

Alimentados pela Leitura Orante da Bíblia, mostramos que amamos Jesus, fazendo o que Ele fez, a fim de que toda a riqueza do mundo seja partilhada e todos tenham uma vida digna.

A Leitura Orante da Bíblia é como um colírio: limpa os olhos embaçados, para que se comece a enxergar com os olhos de Deus. Não é um momento de estudo, nem um tempo para preparar um trabalho pastoral: é um momento de leitura da Palavra de Deus e de escuta do que ela nos diz pessoalmente, para melhor viver o Evangelho de Jesus.

Pontos que orientam a leitura orante pessoal da Bíblia e a mística que a deve animar:

1 - Faça-se em mim segundo a tua palavra. O momento da Leitura orante da Bíblia não é um momento de estudo nem um tempo para realizar um trabalho pastoral, ou adquirir mais conhecimento. É, antes de tudo, um momento de ler a Palavra de Deus e escutar o que esta palavra tem a nos dizer para melhor viver o Evangelho de Jesus Cristo. Nesse momento é necessário ter a atitude que o velho Eli recomendou ao menino Samuel: "(...) Fala, Senhor, que teu servo escuta (...)" (1ºSm 3,9). Esta também foi a atitude obedien­te de Maria: "Faça-se em mim segundo a tua palavra” (Lc 1,38).

2 - Invocar o Espírito: É o momento em que se deve estar aberto à docilidade do Espírito Santo. Escutar Deus não depende da pessoa, mas Dele. É um momento de gratuidade por parte do Pai. Para isso é preciso um preparo vigilante na oração, no silêncio para des­cobrir o sentido que a Palavra de Deus tem para cada um, hoje.

3 - Criar um ambiente de recolhimento, que se torne o espaço sagrado. É o momento do silêncio. Lugar de recolhimento. Ler a Bíblia é como visitar um amigo. Os dois exigem o máximo de aten­ção, respeito, amizade, entrega e escuta atenta. Uma boa posição do corpo favorece o recolhimento da mente.

4 - Receber a Bíblia como Livro da Igreja. Ao abrir a Bíblia deve-se estar consciente que esse livro não é propriedade pessoal mas da comunidade. A leitura orante é o barco que nos conduz pelas curvas do rio até o mar. É luz que ilumina as noites escuras da vida. Mesmo que se esteja só realizando este momento de oração, esta­rão junto todos os que já fizeram esta experiência amorosa de Deus.

5 - Ter uma correta atitude interpretativa diante da Bíblia. Para isso deve-se estar atento a 3 passos ou atitudes:

1° Conhecer, respeitar, situar, ver o que o texto diz. Para isso é im­portante manter o silêncio, evitar que se leve o texto a dizer só aquilo que se gosta de escutar.

2° É o momento da meditação: ruminar, dialogar, atualizar. Pergun­tar-se: O que o texto diz para mim, para nós? Entrar em dialogo com o texto. Ligar o texto com a vida que a gente vive, com a realidade.

3° Oração: Suplicar, louvar, recitar. O que o texto faz dizer a Deus? É o momento de prece, de vigiar em oração. Chegou a hora de se responder a Ele.

6 - Colocar-se aberto à palavra para chegar à contemplação. Enxergar, saborear, agir. Contemplar é ter nos olhos algo da sabe­doria que leva à salvação; ver o mundo, a vida com os olhos dos pobres, com os olhos de Deus; excluir de si tudo o que vem do poder; saborear, desde já, algo do amor de Deus que supera todas as coisas; o amor de Deus se revela no amor ao próximo; dizer sempre: "faça-se em mim segundo a tua Palavra" (Lc 1,38).

7 - Procurar, por todos os meios, que a interpretação seja fiel. Para que o momento da oração não fique só na conclusão dos pró­prios sentimentos é necessário levar em conta três exigências:

1ª O resultado da oração deve ser confrontado com a fé da Igreja, isto é, com a fé da própria comunidade.

2ª Confrontar com a realidade da vida em que se vive. Estar atento à fé da Igreja. O fraco resultado da oração é consequência de uma não atenta escuta da voz de Deus.

3ª Confrontar sempre o resultado da oração com a exegese. A leitu­ra orante não pode ficar parada na letra. Deve procurar o sentido do Espírito (2Cor 3,6).

8 - Imitar o exemplo de Paulo. São Paulo dá os seguintes conse­lhos:

1° A palavra foi escrita para a nossa instrução (1ºCor 10,11).

2° Voltar o olhar para Jesus Cristo, pois só com Ele cai o véu e a escritura se revela como sabedoria que leva à salvação.

3° Paulo fala de "Jesus Cristo Crucificado", "escândalo para uns e loucura para outros" (2ºCor 2,2; 1ºCor l,21s). Foi Ele que abriu os

olhos para perceber a Palavra viva no meio dos pobres.

4° Misturar o eu e o nós, nunca só o eu e nunca só o nós!

5° Ter presente os problemas: pessoais, familiares, comunitários, da Igreja, do povo, das comunidades.

9 - Descobrir na Bíblia o espelho do que vivemos hoje. Ter pre­sente que o texto que se leu não é só uma janela por onde se olha para saber o que aconteceu no passado; é também um espelho, para ver o que acontece com a gente, hoje.

10 - Interpretar a vida com a ajuda da Bíblia. Na leitura orante da Bíblia, o objetivo último não é interpretar a Bíblia, mas interpretar a vida. Celebrar a palavra viva que Deus fala hoje na vida de cada um, na vida do povo, na realidade do mundo em que se vive.

Recebido de Alexandre Panerai


Adaptado de: http://garotada-diretrizes.blogspot.com

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

INTERCESSORES - PROVÍNCIA LESTE


Eu quando nada posso, invoco a Jesus que tudo pode, e Ele vem a mim, e com sua força faz o que para minha fraqueza é impossível!

N.S. da Assunção rogai por nós!

Pedidos de Orações e Agradecimentos.




“Se rezamos mal, ou se não rezamos bastante, somos responsáveis por todo o bem que poderíamos ter feito e que não fizemos.”. Carlos de Foucauld

01- Solicito orações dos equipistas e demais, pois irei ser submetido a uma cirurgia no dia 05/09(sábado) pela manhã no Hospital das Clinicas de Niterói. Trata-se de um câncer de próstata que foi detectado a tempo, devido ao exame periódico que realizo de 06 em 06 meses.
Internarei no dia 04 à tarde.
Estou bastante confiante, pois São Camilo de Lellis e Jesus estará, pois sempre esteve comigo nos momentos difíceis por que já passei.
Aproveito a oportunidade para pedir orações pela recuperação da saúde das seguintes pessoas: Ivan, Cida, Dora, Simone, Anne, João Gabriel e Carine.

Luiz Carlos (da Suely)
ENS - Equipe 4 - Setor B - Niterói-RJ
Casal Intercessor da Região Rio IV- Província Leste

02- Pedimos por nossa filha, para que tenha paz no seu ambiente familiar. Que o Senhor tenha misericórdia dela.
Maria Clara Morato.



“Entrega teu caminho ao Senhor, confia Nele e Ele agirá”. (Salmo 36)

Confie...

As coisas acontecem na hora certa.
Exatamente quando devem acontecer!
Momentos felizes louvem a Deus.
Momentos difíceis busquem a Deus.
Momentos silenciosos adorem a Deus.
Momentos dolorosos confiem em Deus.
Cada momento agradeça a Deus.

Tereza e Reizinho
Equipe 01-N.S.d’Assunção-Setor Lagos-Região Rio IV
Casal Intercessor da Província Leste

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terça-feira, 1 de setembro de 2009

AMOR CONJUGAL


Paulo e Mara Lourenço

Somos chamados a ser sal e luz para este mundo. Se existe um amor conjugal, ele deve ser harmônico e concreto, pois, a partir desse sentimento, tudo anda bem.

São Francisco de Salles nos diz: "Os filhos bebem do amor entre o marido e a mulher". Que amor seus filhos estão bebendo em sua casa? O que eles estão experimentando do amor de vocês pais?

Hoje, trazemos a reflexão daquilo que é nocivo ao amor conjugal, o que constrói e o que o destrói.

No casamento, não basta olhar nos olhos e dizer 'eu te amo', assim como Pedro disse 'eu te amo' para Jesus, mas estar disposto às conseqüências do amor.

Uma coisa que destrói um casamento é o egoísmo, uma palavra que vem de ego – "eu". Quantas vezes você pensou só em si mesmo, apenas o seu "eu", mas não construiu o "nós"? Reflita em quais pontos, no seu casamento, você colocou o seu "eu" na frente das situações?

No relacionamento matrimonial, a sexualidade é divina, por isso os casais têm de ter um bom relacionamento entre si. A santidade do casamento é importante para a união do casal, porque, se o relacionamento esfria, automaticamente, vai acabando a relação que um tem com o outro. E o primeiro causador da separação é o "esfriamento" dos casais.

O antídoto para o nosso egoísmo é o 'altruísmo', que significa: "eu" me dar ao outro. Ao invés de pensar só em mim, eu me abro para ver a vontade e a necessidade da outra pessoa. É necessário que eu busque a felicidade do outro.

Deus é amor e somos criados à imagem e semelhança d'Ele. Nossa vida, na terra, nos dá um anseio para buscarmos sempre um amor autêntico e verdadeiro, que é uma graça, um dom.

Quando estamos apaixonados, nós amamos de graça; não nos escolhemos. Quando amo, dou-me à outra pessoa e ela não precisa fazer nada por mim. Este é o mesmo amor que Deus tem conosco. Este é o modelo do amor Divino.

O amor conjugal tem uma definição na Igreja: ele é humano, porque sai de uma pessoa e vai até a outra, envolvendo-a para o bem. É na generosidade que conquistamos e nos doamos, pois a felicidade está em dar-se.

Quem ama tem sempre algo a oferecer.

O individualismo é a segunda coisa que atrapalha um relacionamento, porque a vida de um casal deixa de ser vivida a dois. Mas, em um relacionamento, o cônjuge não tem mais uma individualidade e não faz apenas aquilo que quer, pois o 'sim' do Sacramento do Matrimônio torna tudo "nosso".

O ser individual tem o pecado de fazer tudo do seu jeito. Quem é a pessoa mais importante da sua vida? Não é o seu esposo e sua esposa? Então, por que tratar tão rudemente um ao outro? Chega de ser só você. Coloque sempre o "nós" entre vocês e cure esta ferida do somente "eu". Construam um "nós". Que seja, hoje, o dia do seu matrimônio a dois!

O casamento foi feito e criado para ser vivido desta forma: um encontro do "tu" para formar um "nós". Precisamos dividir e compartilhar um com o outro. O que você prometeu a viver na vida inteira, na dor e na alegria?

Ninguém gosta de ser maltratado. Quantos casamentos acabam em uma crise financeira, numa discussão, porque não estão sendo preparados para as dificuldades! Depois dos sofrimentos, sempre nos tornamos mais humanos.

Não desista na primeira crise! Deus eterniza a união matrimonial. Não basta só o seu amor, é preciso de Deus para segurar o casal.

ÊXITO NO AMOR CONJUGAL


20 FATORES DE ÊXITO NO AMOR CONJUGAL:

• Amor comprometido e de entrega que requer esforço diário:

1. Casar-se para toda a vida: ter claro que o matrimonio é para sempre.

2. Entrega total ao outro cônjuge na vida diária: contar desde o principio com que terão dificuldades e estas se podem superar utilizando todos os meios.

• Amor crescente, sempre vivo e renovado:

3. Ser consciente de que o amor não é um fato completo no momento da cerimônia do casamento: é algo que se constrói cada dia, é uma conquista permanente. Terá que recomeçar sempre, fazer ressurgir o amor cada manhã, evitar o “acostumar-se” a viver com o outro caindo na rotina. O verdadeiro amor sabe inventar, sabe renovar-se com criatividade.

4. Utilizar recursos para manter a relação em bom estado e prevenir possíveis conflitos: falar a tempo, reconhecer enganos, saber desculpar-se, saber ceder (”dar o braço a torcer”), chegar a acordos, etc.

• Amor humilde, não auto-suficiente, que se deixa formar e ajudar, que sabe aprender:

5. Contar com as ajudas sobrenaturais próprias do matrimonio cristão, que ajudam a cumprir os deveres conjugais e a superar os momentos difíceis.

6. A boa lembrança de uns pais que se amavam de verdade como esposos.

7. Um bom namoro: tratamento pessoal, diálogo, sinceridade, conhecimento e respeito mútuo; orientado a um possível casamento.

• Amor que supera o “eu” e o “tu” para chegar ao “nós”:

8. Ver sempre o outro cônjuge como o primeiro ou prioritário na própria vida; dar – lhe atenção preferencial sobre outras pessoas e interesses.

9. Ser feliz como efeito de fazer feliz o outro cônjuge; viver para o(a) fazer feliz.

10. Compartilhar experiências, problemas, estados de ânimo. Interessar-se pelas coisas do outro. Saber entrar no seu mundo. Contar com o outro na tomada de decisões.

11. Expressar abertamente os sentimentos vencendo possíveis falsos pudores e o medo de confiar totalmente no outro cônjuge

12. Ser amigos além de cônjuges

13. Admirar o outro e mostrar-lhe que o admira.

14. Aceitar e querer o outro como ele é, sem pretender mudar-lhe nada ou adaptá-lo à sua maneira de ser.

15. Conviver como pessoas que se amam: sinceridade (não ter segredos com o outro), confiança, compreensão, respeito, boas maneiras, delicadeza no tratamento, saber calar, saber escutar, não dizer sempre a última palavra.

16. Procurar um momento em cada dia para estarem os dois a sós e conversarem. Desfrutar da companhia íntima. Falar de tudo e passar bem o tempo juntos. Criar situações agradáveis que venham a ser boas recordações no futuro.

17. Cuidar em cada dia os pequenos detalhes que fazem mais grata a vida ao outro.

• Amor positivo e flexível:

18. Resolver os conflitos no próprio dia; não se deitar com os problemas; dar o primeiro passo para falar; saber reconhecer enganos, pedir perdão e perdoar.

19. Nas discussões e confrontos apelar às boas lembranças e recorrer ao bom humor, que desdramatiza os problemas e ajuda a ver a realidade pelo lado mais favorável.

20. Saber ajustar e afinar a relação amorosa diante das sucessivas mudanças que, com o passar do tempo, se vão produzindo na vida conjugal e familiar.

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

DIA DO CATEQUISTA

Raquel e Mosquito - Catequistas da Paróquia de N.S.da Assunção em Cabo Frio-Casal Equipista da Equipe 01.

Mês de Agosto, mês Vocacional, o último domingo celebra o dia da missão do cristão que assume e vive sua vocação na Igreja e no mundo. Neste dia celebra-se de modo especial o Dia do Catequista. Catequista que tem por vocação e missão aprofundar o primeiro anúncio do Evangelho, levar o catequizando a conhecer, acolher, celebrar e vivenciar o mistério de Deus manifestado em Jesus Cristo.

A catequese é uma obra, sob a inspiração do Espírito Santo, que deve se iniciar no lar cristão, tendo os pais como preceptores, primeiros catequistas. Depois, vem a preparação para a vida e para os sacramentos, por meio da iniciação cristã. Essa catequese deve ser uma das atividades da vida do cristão, assim como o é a participação à Eucaristia, ponto central de nossa vivência fraterna no seio da Igreja, unindo-nos a Cristo. É desaviso pensar que a catequese é meramente a celebração de ritos externos ou sociais, aprendizado de teorias e idéias descompromissadas. Ao contrário, é o grande momento em que somos convidados, como família de Deus, a reviver os mistérios pascais da morte e ressurreição de Jesus. É o encontro pessoal do Senhor, que aprofundamos e passamos a viver com entusiasmo e maturidade a nossa vida cristã.
Em nossos dias, a catequese é um momento de formação e de constante atualização para o discipulado. Padres, catequistas, catequizandos, todos os cristãos, enfim, são chamados a construir um mundo mais justo através de uma vida cristã madura e responsável, brotada do encontro pessoal com Jesus Cristo. É por meio da catequese que se formará uma consciência de que o seguimento a Jesus Cristo deve ser testemunhado não só na Igreja, mas na sociedade, na família, na comunidade, na escola, no trabalho, no lazer, como um todo, em todas as atividades da vida humana.
Ser catequista é dom, escolha divina, enraizada na história, na realidade com suas necessidades, desafios e interpelações.(Arquidiocese do Rio de Janeiro)

Pessoa que ama viver e se sente realizada, entusiasmada, portadora do Ressuscitado, contagia a todos com a alegria de ser discípula

Pessoa que sabe ler a presença de Deus nas atividades humanas, reconhece o rosto desfigurado de Deus nos pobres, nos injustiçados, nos gestos de partilha e solidariedade e assume uma postura em defesa da vida ameaçada. O princípio fé/vida determina suas atitudes e lhe confere uma inteireza interior.
Enfim, o catequista é uma pessoa que busca sua auto-formação e procura atualizar-se. É capaz de construir comunhão, tecer novas relações ao estar atento aos gestos que alimentam relacionamentos positivos. A comunicação, o diálogo, a comunhão são elementos essenciais na trajetória do catequista discípulo missionário, capazes de garantir o trabalho em equipe de uma forma participativa. (Ir. Zélia Maria Batista, Assessora da Comissão Episcopal Pastoral para a Animação Bíblico-Catequética)

terça-feira, 25 de agosto de 2009

CAMPANHA FICHA LIMPA


Após conseguir um milhão de assinaturas, o Projeto Campanha Ficha Limpa realiza desde o dia 7 de agosto, uma mobilização nacional para alcançar as últimas 300 mil assinaturas necessárias e enviar ao Congresso Nacional o abaixo-assinado pedindo a proibição da candidatura de políticos com ficha suja.

A mobilização segue até o dia 7 de setembro e durante este período, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral (MCCE) promoverá uma agenda de atividades e atos culturais com a expectativa de finalizar a coleta e encaminhar o Projeto de Lei de Iniciativa Popular (PL) ao Congresso, ainda em setembro.

A Campanha Ficha Limpa foi lançada em abril de 2008, na Assembléia Geral da CNBB, com o objetivo de entrar com um Projeto de Lei de Iniciativa Popular, no Congresso Nacional, que impeça a candidatura de pessoas com antecedentes criminais e que renunciam ao mandato para escapar de punições legais. Se o projeto for aprovado rapidamente, é possível que a lei entre em vigor nas próximas eleições, o que pode tirar um terço dos parlamentares que estão hoje no Congresso.

Desde que foi lançada, a Campanha conta com um apoio crescente de diversos segmentos da sociedade, Igrejas, empresas privadas, universidades, lojas e promotorias eleitorais de todo o país. O MCCE já contabilizou 1 milhão de assinaturas, coletadas em todas as regiões do país. Mais de 1% do eleitorado aderiu à campanha.

Para fazer o download do abaixo-assinado da Campanha Ficha Limpa, basta acessar o site oficial do movimento: www.mcce.org.br. Todos os eleitores podem participar, para isso precisam apenas assinar e registrar o número do título de eleitor no documento.

Procure uma paróquia na sua cidade e participe!
Atenção, a partir da próxima quinta-feira, dia 27, a Paróquia de Nossa Senhora da Assunção, em Cabo Frio, estará distribuindo e recolhendo a ficha da campanha.

Participe e divulgue este importante ato de cidadania. O Brasil agradece!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

REUNIÃO FESTIVA-ANIVERSARIANTES DE AGOSTO

" ANIVERSARIANTES DE AGOSTO"
Rose (do Geraldo), Roberto (da Vanda) e Gabriela (filha de Tereza e Reizinho)
Veja, ao lado, as fotos da reunião festiva realizada no dia 23 de agosto, na residência de Michele e Alexandre (clique em cima das fotos para ampliar).

sexta-feira, 21 de agosto de 2009




‘MOVIMENTO DAS COMUNIDADES NOSSA SENHORA DA ESPERANÇA
“Para Viúvas, Viúvos e Pessoas Sós”
“A semente que germina por si só – Uma convivência de fé e alegria”
Iniciadora no Brasil: Da. NANCY CAJADO MONCAU




Vamos seguir o exemplo da família de Nazaré que, em sua pequenez e humildade, se fez a servidora do Senhor. Somos todos, a família de Deus.

“Maridos, amai as vossas mulheres, como Cristo amou a Igreja e se entregou por ela. Assim também vós, cada um em particular, ame a sua própria mulher como a si mesmo, e a mulher reverencie o marido. Filhos, obedecei a vossos pais segundo o Senhor; porque isto é justo. Pais, não exaspereis vossos filhos. Pelo contrário, criai-os na educação e na doutrina do Senhor.” (Efésios)


REFLEXÃO
A família, pelo sacramento do matrimônio, participa da missão educativa da Igreja, que é mestra e mãe. Denominada igreja doméstica a família oferece as condições favoráveis para o nascimento e o crescimento das vocações. As famílias têm a missão de educar seus filhos e filhas para uma autêntica vida cristã. Ao cultivarem os valores da fé a família abre espaços e tempos para que os filhos possam discernir o chamado de Deus. Na verdade uma autêntica família cristã, testemunha fiel no mundo e comprometida com os ministérios na comunidade, proporciona um confronto sadio entre os ideais e sonhos dos adolescentes e jovens com as propostas do Evangelho, as necessidades da Igreja e da humanidade. A família é o celeiro, é o campo e a messe, é a sementeira das vocações e dos ministérios.

MEDITAÇÃO
A família sendo celeiro das vocações é chamada por Deus a ser pai, a ser mãe, a gerar vida, a ser testemunha do amor e da fraternidade. O casal é o fundamento sólido da família. É importante, pois, assegurar em primeiro lugar a solidez do casal e perseguir até o fim a consolidação do amor conjugal. Portanto, necessário novamente perguntar: A FAMÍLIA, COMO VAI?

ORAÇÃO
Ó Deus, de Quem procede toda paternidade no céu e na terra, Pai, que és Amor e Vida, faz com que cada família humana sobre a terra se converta, por meio de teu Filho, Jesus Cristo, “nascido de Mulher”, e mediante o Espírito Santo, fonte de caridade divina, em verdadeiro santuário da vida e do amor para as gerações que sempre se renovam. Faz que tua graça guie os pensamentos e as obras dos esposos para o bem de suas famílias e de todas as famílias do mundo. Faz que as jovens gerações encontrem na família um forte apoio para sua humanidade e seu crescimento na verdade e no amor Faz que o amor, reafirmado pela graça do sacramento do matrimônio, se revele mais forte que quaisquer crises, pelas quais passam às vezes nossas famílias. Faz finalmente, Te pedimos por intercessão da Sagrada Família de Nazaré, que a Igreja, em todas as nações da terra, possa cumprir frutiferamente sua missão na família e por meio da família. Tu, que és a Vida, a Verdade e o Amor, na unidade do Espírito Santo. Amém. (João Paulo II)

Durante o ano sacerdotal vamos orar por nossos sacerdotes, conforme nos solicita o nosso Papa Bento XVI que concedeu indulgência parcial a todos os fiéis que rezarem cinco (5) Pai Nossos, Ave Maria e Glória ao Pai, e outra oração devidamente aprovada “em honra do Sagrado Coração de Jesus, para que os sacerdotes se conservem em pureza e santidade de vida”.

Maria, Mãe da Igreja, modelo dos servidores do Evangelho, ajuda-nos a responder o SIM.

UMA SANTA E ABENÇOADA SEMANA


Coordenação – CNSE – Belém/Pará